terça-feira, janeiro 09, 2007

Onde é que eu já vi isto???


Os que menos sabem governar-se são os que mais ambicionam governar os outros.

Marquês de Maricá

4 comentários:

Cleopatra disse...

E não tenha dúvidas Manza.
E sabes que mais? Posso tratar-te por tu?... já está....
A minh avó dizia: - Nunca vás pedir a quem pediu nem sirvas a quem serviu!

Cleopatra disse...

Esclarece-me Manza...quem é este marquês?!

M@nza disse...

Olá Cléo
Finalmente tratas-me por tu
Bem vinda sejas Rainha do Nilo e Arredores (leia-se Egipto)

Tal como já referi hà algum tempo a Internet tem coisas boas e coisas más.
Esta é de certeza uma boa, porque nos permite pesquisar a uma velocidade estonteante e encontrar o que queremos em micro-segundos.
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Marquês de Maricá
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"Mariano José Pereira da Fonseca, o Marquês de Maricá, (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 — 16 de setembro de 1848) foi um escritor, filósofo e político brasileiro. Foi ministro da Fazenda, conselheiro de Estado e senador do Império do Brasil de 1826 a 1848.

Filho do comerciante Domingos Pereira da Fonseca, este natural de Portugal e de Teresa Maria de Jesus, natural do Rio de Janeiro, Mariano casou-se com Maria Barbosa Rosa do Sacramento a 30 de junho de 1800.

Doutor em Filosofia e consagrado em matemática pela Universidade de Coimbra em 1793, ocupou o cargo de Ministro da Fazenda no 3º Gabinete de 1823, depois foi nomeado Senador pela Província do Rio de Janeiro em 1826. (Job for the boys)

Pelos seus conhecimentos e modo de fazer política, tornou-se Conselheiro de Estado Efetivo em 1823 e Grande do Império, tendo participado da elaboração da Constituição do Império.
Detinha a Grã-Cruz da Imperial Ordem de Cruzeiro.

Como escritor, escreveu diversas obras, sendo a mais conhecida Máximas, Pensamentos e Reflexões, composta de quatro volumes com um total de 3169 artigos, publicada entre os anos de 1837, 1839 e 1841."

Para mais consulte a ...passe a publicidade (não recebo um "chavo")Wikipédia on-line

Apache disse...

Eles acham que este é um saber de experiência feito, até aqui tudo bem... Não percebo é porque é que pensam que temos de lhes pagar o curso!