
Os teus olhos
Como eles riem
Quando fazes amor.
E no êxtase
Em que mergulhas
Nesse ritual indescritível
De prazer e sofreguidão,
Os teus olhos
Suspiram.
Gemem prazeres.
Nunca vi assim outros iguais
Que pedindo sempre mais e mais
Perturbam-se, enlouquecem.
Nesse mesmo instante,
O teu peito ofegante
Cai desamparado nos meus braços
(Cunha Simões)
4 comentários:
Quem é o autor?
Está muito bem escrito...ou será descrito... ou será sentido?!..UFFF
Cunha Simões é o seu Autor
Xiiii... Manza, quando cai não há nada a fazer ;)
Doiiiiiisssssssss...
Obrigada pela visita e comentário no campo!
Lindo este blog.
O poema lindíssimo.
Beijo
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