domingo, outubro 16, 2011

Funcionários Públicos sem subsídios de férias e de Natal



Esta semana foi deveras uma das piores porque já passamos. As notícias deitaram por terra muitas das esperanças daqueles que durante uma vida, deram tudo pelo País, através do seu contributo com trabalho. 
Chamam-lhes funcionários públicos, porque não é uma empresa, mas sim o Estado , que lhes paga o seu vencimento.


Até aqui tudo normal, num estado dito democrático que necessita dos seus "funcionários públicos" para sobreviver.


Quando o sr Primeiro ministro veio dizer a Portugal que haveria necessidade de cortar nos nossos vencimentos para poder pagar o défice, fiquei apreensivo, mas até compreendi que haveria necessidade de pagar, o mais rapidamente possível, a dívida que os "honradíssimos" senhores políticos nos têm legado (livres de responsabilização criminal), desde o poder central, passando pelo poder local, fundações, instituições e que tais.


Mas o que me fez ficar fulo foi que durante os últimos anos sempre ouvi a comunicação social referir que os funcionários públicos perdiam  todos os anos poder de compra em relação ao privado de pelo menos 5 a 10%, e esta semana sr PM refere que o motivo que o levou a que só os funcionários públicos tivessem o tal corte nos 13º e 14º vencimentos, se devia ao factos destes ganharem em média mais cerca de 10% a 15% que o sector privado. 


De certeza que se deveria estar a referir aos "chorudos" vencimentos que os temporários  "Boys" e "Girls" auferem nas fundações, instituições e empresas públicas pagos por todos nós contribuintes. Sim, porque eu também pago e não posso fugir a impostos como muitos no sector privado.
  
Porque não acabam de vez com essas "sorvedouras" de dinheiro (os valores que circulam na net apontam para cerca de 5 a 6 mil Milhões € anuais do erário público), que não contribuem em nada (algumas excepções) para o crescimento económico de Portugal.


Não se esqueçam que os funcionários públicos (estou a falar dos genuínos e não dos temporários), são necessários ao País e que são eles que estão a contribuir (100%) para os cofres com os seus impostos em dia.


A dívida do País é para ser paga por todos os Portugueses e não só por alguns, até porque não estamos no "Animal Farm" de George Orwell.  



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