Chamam-lhes funcionários públicos, porque não é uma empresa, mas sim o Estado , que lhes paga o seu vencimento.
Até aqui tudo normal, num estado dito democrático que necessita dos seus "funcionários públicos" para sobreviver.
Quando o sr Primeiro ministro veio dizer a Portugal que haveria necessidade de cortar nos nossos vencimentos para poder pagar o défice, fiquei apreensivo, mas até compreendi que haveria necessidade de pagar, o mais rapidamente possível, a dívida que os "honradíssimos" senhores políticos nos têm legado (livres de responsabilização criminal), desde o poder central, passando pelo poder local, fundações, instituições e que tais.
Mas o que me fez ficar fulo foi que durante os últimos anos sempre ouvi a comunicação social referir que os funcionários públicos perdiam todos os anos poder de compra em relação ao privado de pelo menos 5 a 10%, e esta semana sr PM refere que o motivo que o levou a que só os funcionários públicos tivessem o tal corte nos 13º e 14º vencimentos, se devia ao factos destes ganharem em média mais cerca de 10% a 15% que o sector privado.
De certeza que se deveria estar a referir aos "chorudos" vencimentos que os temporários "Boys" e "Girls" auferem nas fundações, instituições e empresas públicas pagos por todos nós contribuintes. Sim, porque eu também pago e não posso fugir a impostos como muitos no sector privado.
Porque não acabam de vez com essas "sorvedouras" de dinheiro (os valores que circulam na net apontam para cerca de 5 a 6 mil Milhões € anuais do erário público), que não contribuem em nada (algumas excepções) para o crescimento económico de Portugal.
Não se esqueçam que os funcionários públicos (estou a falar dos genuínos e não dos temporários), são necessários ao País e que são eles que estão a contribuir (100%) para os cofres com os seus impostos em dia.
A dívida do País é para ser paga por todos os Portugueses e não só por alguns, até porque não estamos no "Animal Farm" de George Orwell.

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